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9 dicas para idosos quando viajar de avião

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Viajar de avião pode ser o meio mais rápido possível de se viajar, mas passa longe de ser o mais confortável. Problemas com pressurização, altitude, falta de espaço, turbulências e até mesmo o medo, leva muita gente a passar mal em viagens aeroviárias.
Se não dá pra eliminar por completo os males possíveis, há maneiras de ao menos minimizar ou atenuar os desconfortos.
Confira nossa lista:

1- O que comer?

Antes do voo é o melhor momento para se precaver dos dissabores durante a viagem. Já na véspera procure evitar bebidas gasosas, fibras e os famosos alimentos que causam gases como feijão, repolho, batata doce. A sensação de inchaço na barriga tende a piorar com os efeitos da viagem aérea.

À bordo, o oxigênio é menos abundante do que em terra. Evitar bebidas alcoólicas, que diminuem ainda mais o aproveitamento do oxigênio pelas células é uma boa prevenção.

Água ou suco a cada duas horas de voo, são recomendações claras de especialistas.

2- Náuseas, enjoos, vertigens

Se você é propenso aos enjoos procure uma poltrona na área central da aeronave, perto da asa. Dê preferência à janela para lançar mão de luminosidade externa que amenizam a sensação de estar preso. É um erro sentar no corredor achando que vai dar tempo de correr para o banheiro, o estrago pode ser pior.

Evitar ingerir muito líquido, gorduras, comida condimentada e refrigerantes. Prefira água.

3- Dores e inchaços nas pernas

Sobretudo nos mais idosos, o inchaço é um dos sintoma comum durante voos longos. Acontecem devido ao grande tempo sentado. Para evitar, procure, mesmo sentado, fazer movimentos com as pernas, rotacionar tornozelos. Meia-calça mais agarrada atenua o problema.

4- Rinites e outras alergias

Além dos medicamentos específicos é bom ter em mãos, soro para higienização das fossas nasais. Descongestionantes diminuem o efeito do aumento da pressão na orelha média.

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5- Ressecamento dos olhos e pele

A umidade no interior dos aviões também é bastante reduzida, procure apelar para os colírios, hidrantes para as mãos. Olhos, boca e pele sentem esses efeitos.

6- Incômodo no ouvido

O aumento pressão na região da orelha média, especialmente nos pousos é uma reclamação praticamente geral. A sensação de surdez é muito comum. Embora muita gente questione, os truques de tapar e soprar o nariz, depois soltar ou ainda, usar chiletes pra conseguir aliviar por meio de mastigação, são truques válidos.

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7- Remédios para dormir

Muita gente apela para remédios para dormir, é um maneira clássica de “fuga” durante as longas viagens, no entanto, não é aconselhável. Na verdade esses remédios acabam se tornando perigosos. No caso de alguma ocorrência onde seja necessário o desembarque imediato, o passageiro ficará prejudicado e pode prejudicar outras pessoas.

Se a alta suscetibilidade aos efeitos desses medicamentos for seu caso, evite-os.

8- Doenças pré-existentes

Doenças cardíacas ou pulmonares crônicas, mesmo para os que estiverem com o problema controlado, sugere-se consultar o médico antes de viajar. Muitas vezes é possível (e até necessário) fazer alguns ajustes na medicação.

9- O fuso horário

Também conhecido por “Jet lag”, a diferença de fuso-horário entre um lugar e outro pode resultar em sensações de cansaço, insônia, irritabilidade e incompatibilidade entre fome e os horários convencionais de refeições.

A melhor dica pra “calibrar” sobretudo as horas de sono é começar a adaptação quatro ou cinco dias antes de embarcar. Os médicos recomendar tentar se aproximar o máximo possível do horário do destino. A conta básica é, se o horário do destino é de duas horas a mais, tente nos dias que antecedem a viagem, comer e dormir duas hora mais tarde.

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