Saúde Mental

Terapia com animais, entenda melhor!

Terapia com animais para idosos

Terapia assistida por animais, pet terapia ou terapia facilitada por animais pode promover o desenvolvimento, ou seja – o avanço-, físico, psíquico, cognitivo e social dos pacientes.

A medicina convencional anda sofrendo muito com a insatisfação dos pacientes.

Muitos efeitos colaterais, agressividade e, em alguns casos, pouco esperança de mudanças efetivas no quadro geral.

Entendemos o descontentamento, mas devemos alertar para o fato de que nenhum tratamento pode solucionar todos os problemas sozinho.

Terapia com animais para idosos

A terapia com animais

Por isso, a terapia com animais, não se trata de uma prática para substituir terapias e tratamentos convencionais, mas um complemento, uma nova linha de pesquisa em atenção à diversidade, para melhorar a qualidade de vida de pacientes com deficiências físicas, sensoriais, mentais e motoras.

Apesar de ser útil para muitas enfermidades, a TAA – abreviação – possui maior eficiência para pacientes com paralisia cerebral, desordem neurológica, ortopédica, posturais, comprometimentos mentais, ou sociais, como os distúrbios de comportamento, autismo, esquizofrenia, psicoses, comprometimentos emocionais, deficiências visual e/ou auditiva, distúrbio de atenção, de aprendizagem, de percepção, de comunicação e de linguagem, de hiperatividade, além de problemas como insônia e estresse.

Terapia com animais para idosos

O trabalho exige uma equipe multidisciplinar, composta por médicos veterinários, psicólogos, médicos, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, capacitados para escolher o método adequado, acompanhar as atividades e o bem-estar dos animais e pacientes.

A terapia estimula a produção e liberação do hormônio endorfina no corpo do paciente, o que resulta sensação de bem-estar e relaxamento, assim como diminuição na pressão arterial e no nível do hormônio cortisol – o cortisol é o principal hormônio ligado ao estresse.

O paciente pode apresentar melhorias físicas e mentais, entre alivio da dor corporal e avanços na memória.

Além disso, não são poucos os pacientes que precisam de auxilio social na comunicação – timidez ou síndromes mais profundas -, socialização – pessoas que sofreram traumas -, aprendizagem – crianças e adultos – e ansiedade.

Os animais mais utilizados são os cachorros – devido a sociabilidade, fácil adestramento e amor as pessoas -, mas outras espécies são adequadas também.

Esse tipo de terapia é muito bom, mas pede alguns cuidados.

Por exemplo, a prevenção de doenças – com a analise de um médico veterinário – e socialização das pessoas com a difusão de conhecimentos sobre o comportamento da espécie animal.

Conhecer as limitações alérgicas, fóbicas e medos do paciente no contato com o animal.

Terapia com animais para idosos

No Brasil, apesar dos poucos estudos realizados sobre o tema, a utilização de animais na terapia e o interesse da prática por profissionais de saúde têm aumentado, mas devesse ressaltar a falta de regulamentação da prática limita a sua aplicação em alguns ambientes, como clínicas e hospitais.

Veja algumas complicações para cães, gatos e aves:

Os animais são parte importante nessa modalidade de terapia e não adianta conquistarmos evoluções com os doentes, mas negligenciarmos a saúde do animal.

O processo é intenso para todos.

Essa intensidade é a responsável por gerar melhorias, no entanto, infelizmente, isso pode gerar traumas ao animal.

Terapia com animais para idosos

–  Agressividade desequilibrada;

–  Falhas nos hábitos fisiológicos (necessidades fora do local adequado);

–  Vocalização excessiva tanto na presença ou ausência dos humanos;

–  Alterações bruscas no humor – depressão;

–  Comportamento destrutivo;

–  Automutilação (lambedura ou arrancamento de pelos ou penas);

– Coprofagia ( prática dos animais quando da ingestão de fezes)

–  Mastigação e Ingestão de objetos não alimentícios;

–  Hipersexualidade;

–  Fobia em situação específica (trovões, chuva, automóveis, etc.);

–  Fobia social (estresse em presença de outros animais e/ou pessoas estranhas);

–  Neuroses;

–  TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo;

Entenda sobre os animais de estimação e os idosos, clicando aqui

 

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