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Ter um idoso em casa? Veja essas dicas para te auxiliar

Ter um idoso em casa? Veja essas dicas para te auxiliar.

100 dicas para quem tem idoso em casa.

1. Mexer o pé antes de se levantar da cadeira melhora a irrigação sanguínea nos membros inferiores.

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2. Evite chinelos, tamancos e demais calçados soltos no pé.

3. Não deixe os fios dos eletrodomésticos soltos pelo chão.

4. Trocar lâmpada e retirar a cortina são atividades arriscadas porque exigem que a pessoa estenda a cabeça para trás, o que causa uma tontura momentânea.

5. Atividades físicas que proporcionam o aumento da força muscular são fundamentais; pernas fortes dão mais estabilidade na hora de subir escadas, caminhar ou levantar da cadeira.

6. Óculos com lentes multifocais afetam a percepção de profundidade e dificultam tarefas como descer uma escada ou desviar-se de um buraco; uma solução é trocá-los por dois óculos, um para caminhar e outro para ler.

7. Cuide bem dos pés: calosidades impedem o contato com o solo.

8. Escolha um tênis com sistema de absorção de impacto e solado antiderrapante; com o envelhecimento, há uma diminuição na camada de gordura na planta do pé, o que deixa o idoso mais sujeito ao impacto do solo e ao desenvolvimento de inflamações.

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9. Mantenha sob controle doenças metabólicas ou vasculares; o diabetes, por exemplo, pode afetar o labirinto (responsável pelo equilíbrio) e alterar a sensibilidade e o funcionamento motor dos membros inferiores.

10. Não compre uma bengala sem orientação profissional; a escolha do modelo precisa considerar altura, presença ou não de artrose, entre outros aspectos; repare sempre se a borracha da ponta não está desgastada, o que diminuiria sua característica antiderrapante.

11. Deixe o idoso responsável por funções como pagar contas. Sentir-se útil é importante para a saúde psíquica.

12. Idosos têm uma resistência menor ao estresse, sendo mais afetados por pequenos aborrecimentos, como o cancelamento de um compromisso. Familiares e cuidadores devem informar as mudanças com antecedência.

13. Embora o consumo de álcool costume diminuir com o envelhecimento, há um pico após os 60 anos, provavelmente associado à maior disponibilidade de tempo livre.

Como o metabolismo fica mais lento, uma pequena quantidade de álcool tem efeito muito maior em idosos

14. Tente “renegociar” as perdas: se o idoso não puder mais fazer alguns passeios, como ir ao clube, utilize o tempo vago para propor outra atividade de lazer

15. A aflição e o nervosismo podem bloquear ainda mais a memória. Manter a calma ajuda as lembranças a fluírem com mais facilidade

16. Avalie em que situações a falha na memória é mais frequente.

Esquecer o nome de alguém que acabou de conhecer ou o local onde deixou os óculos é algo comum com o envelhecimento, há uma diminuição da memória imediata.

Já a perda da memória laboral pode ser indício de algum problema: não é normal que alguém que faz café ou tricota diariamente se esqueça do passo-a-passo dessas atividades

17. Associações ajudam a reter novas informações.

Exemplo: ao conhecer uma mulher chamada Rosa, conectar mentalmente o rosto da pessoa à imagem da flor

18. A memória pode ser exercitada com estímulos como saber sempre em que dia da semana e do mês está, ler e fazer exercícios como tentar reconhecer as ervas utilizadas no tempero de um prato

19. A rotina é uma boa aliada para quem tem problemas com a memória. Se a chave for guardada sempre no mesmo local, haverá menos chances de perdê-la

20. Diferencie insônia de adiantamento de fase; na terceira idade, é comum que o sono chegue mais cedo, e o idoso se deite no início da noite.

Quem dorme às 19h e acorda às 3h não está com insônia -o despertar ocorre porque a pessoa já dormiu durante oito horas

21. Durante a insônia, a pior saída é ficar deitado na cama se esforçando para dormir.O ideal é levantar, fazer alguma atividade e só voltar ao sentir sono.

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22. Aproveite os benefícios dos fitoterápicos.

Camomila, valeriana e passiflora são ervas cujo efeito indutor do sono é comprovado.

A melissa, conhecida como erva-cidreira de folha, também induz o sono.

O chá preto deve ser evitado, por ser estimulante.

23. De modo geral, praticar exercícios físicos ou tomar banho quente perto da hora de dormir atrapalha o sono, pois aquece o corpo.
Mas isso está sujeito a variações individuais

24. Uma dieta baseada apenas em alimentos como sopa, leite e café é monótona, pobre em nutrientes e desestimula a mastigação.

Quem não tem problemas para mastigar deve manter a alimentação o mais sólida possível

25. Como a descida pelo esôfago fica mais difícil com a idade, prefira comidas úmidas

26. Troque pães, massas e arroz refinados pela versão integral, mais rica em fibras; o consumo de fibras é importante para melhorar um problema comum nessa fase: a prisão de ventre.

Alguns fatores relacionados ao envelhecimento propiciam essa constipação, como uma diminuição da superfície de absorção do intestino, que também passa a se mover menos

27. Para facilitar a mastigação, muitos idosos adotam estratégias como descascar as maçãs ou jogar fora o bagaço da laranja.

Essas atitudes devem ser evitadas, já que é nessas partes que as fibras se concentram

28. Medicamentos laxantes devem ser usados apenas com prescrição médica -a automedicação pode piorar a prisão de ventre e levar a um desgaste da mucosa intestinal, interferindo na absorção dos nutrientes

29. Evite o uso constante de antiácidos, que podem sensibilizar a mucosa gástrica e levar a uma gastrite.

Idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos dos medicamentos por conta da redução da funcionalidade de vários sistemas fisiológicos e das alterações no metabolismo e na excreção das substâncias

30. Fique atento ao consumo de cálcio, importante para a saúde óssea. Leite e derivados são as principais fontes do nutriente.

Prefira os desnatados

31.Aproveite o efeito purgante do mamão, da laranja e da ameixa

32. A percepção de sede diminui, e isso torna o idoso mais vulnerável à desidratação e agrava a prisão de ventre.

Uma forma de estimular o consumo de líquidos é manter jarras de água em locais visíveis pela casa para tornar a bebida mais atraente, aromatize com folhas de hortelã ou fatias de limão

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33. Gelatina é uma boa fonte de hidratação.
A versão dietética é interessante para quem está acima do peso

34.Com o envelhecimento, o paladar também sofre alterações.

A percepção do sal, por exemplo, diminui, o que pode levar a um consumo de alimentos muito salgados.

Para tornar a comida mais saborosa sem exagerar no sal, tempere os alimentos com ervas

35.A flacidez muscular não atinge só braços e pernas.

Ela também afeta os órgãos fono articulatórios e pode gerar problemas como o desvio de alimentos para o pulmão.

Engasgos e tosses frequentes, principalmente durante as refeições, devem ser informados ao otorrino

36. Mastigar projetando a língua para a frente também é consequência dessa flacidez.

É possível reverter o problema com tratamento fonoaudiológico

37. Alongamento melhora a flexibilidade e a reposta do corpo aos exercícios.

38. Atividades aeróbicas, como caminhada, ajudam a reforçar os sistemas cardiovascular e respiratório.

Mas idosos também precisam de musculação.

Além de combater a perda natural de massa muscular, a musculação diminui a vulnerabilidade a quedas e ajuda a aumentar a densidade óssea.

39. A hidroginástica é um bom exercício para quem tem osteoporose e quer fazer uma atividade aeróbica, mas não ajuda a saúde óssea -um fator que ajuda a aumentar a densidade óssea é o impacto, e a hidroginástica amortece esse efeito.

40. Se optar por caminhadas, é melhor investir mais na regularidade do que na intensidade, evitar locais muito poluídos, usar roupas e tênis adequados e proteger-se do sol

41. Alguns esportes já ganharam versões para a terceira idade. No vôlei adaptado, os participantes podem segurar a bola e a rede é um pouco mais baixa.

No basquete adaptado, a cesta é mais baixa e a bola, mais macia.
Além disso, a arbitragem apita antes de um choque brusco entre dois jogadores, para evitar acidentes

42 Em dobro

Quem mora em sobrados deve fazer adaptações para que os dois andares tenham banheiros, telefones etc.

Isso diminui a necessidade de usar as escadas.

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43 Área externa

Se possível, crie um percurso próprio para caminhada

44 Mobiliário

Opte por móveis mais altos e não muito moles.

Poltronas bem estruturadas são uma boa escolha, pois os braços do móvel servem como apoio ao levantar.

45 Luz

Privilegie a iluminação natural, já que a claridade é importante para que o idoso veja melhor o ambiente

46 Torneiras

Prefira as de alavanca às redondas, que são mais difíceis de girar

47 Armários

Evite guardar objetos de uso frequente em locais muito baixos, que exigem que as pessoas se abaixem, ou muito altos, que pedem escadas ou banquinhos

48 Bancada

Opte por uma com aproximadamente 80 cm de altura, para que seja possível cortar e preparar os alimentos sentado

49 Jardim

Não coloque muretinhas ao redor da grama para evitar que a pessoa tropece

50 Apoio

Escadas e rampas devem ter corrimão, preferencialmente, de uma cor contrastante, para melhorar a visualização caso esteja escuro ou o idoso sinta tontura.

Certifique-se de que, após a rampa, haverá uma área plana na qual o idoso possa se estabilizar antes de seguir adiante

51 Corredor

Deixe as passagens livres, sem obstáculos como vasos, esculturas e mesas de centro ou de canto

52 Tapete

Evite tapetes e passadeiras de corredor, que podem escorregar

53 Remédios

Em um local visível, coloque uma tabelinha com o horário de cada medicamento

54 Penumbra

Instale luminárias de baixa intensidade no corredor; assim, o idoso não precisará ir até o banheiro no escuro

55 Largura

Instale portas com um vão de 80 cm para facilitar a passagem de quem precisa usar andador ou está carregando sacolas de compras

56 Cores

A cor da porta também deve contrastar com a cor da parede, para ser visualizada mais facilmente

57 Maçanetas

As redondas exigem mais força na hora de abrir a porta. Troque pelas de alavanca, mais fáceis de usar

58 Chão

Opte por pisos de uma cor só; isso evita o desconforto visual e a sensação de que há buracos e degraus no chão.

Evite pisos lisos, que propiciam escorregões; quanto mais brilhante for o material, mais escorregadio ele é; prefira os antiderrapantes.

59 Apoio

Coloque barras de apoio, especialmente perto do vaso sanitário e dentro do boxe

60 Vaso

Opte por vasos sanitários mais elevados: a altura ajuda na hora de sentar e de levantar.

61 Aderência

Substitua o tapetinho do banheiro por adesivos antiderrapantes, que também podem ser colocados dentro do boxe.

62 Pia

Certifique-se de que ela seja bem resistente e firmemente fixada, já que os idosos costumam se apoiar nela.

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63 Porta

Ainda no boxe, utilize uma porta de correr.

As que abrem para dentro devem ser evitadas, pois podem ficar travadas se alguém cair dentro do boxe e encostar na porta.

64 Boxe

Instale um assento dentro do boxe, para ser usado em caso de mal-estar.
Mas atenção: os assentos devem ser fixos.

Banquinhos de plástico são frágeis e podem virar

65 Escoamento

Verifique se o escoamento de água no boxe é suficiente, para que o chão não fique alagado e ainda mais liso

66 Quarto

Instale o idoso no quarto mais próximo do banheiro, para facilitar o deslocamento durante a noite

67 Cabeceira

Posicione a cama perto do interruptor de luz ou coloque um abajur próximo à cabeceira -opte por uma iluminação suave, já que o idoso demora mais a se adaptar quando há mudanças bruscas entre claro e escuro

68 Trava

Escolha uma tranca que possa ser aberta por fora em caso de emergência e mantenha a chave em um local acessível

69 Obstáculo

Móveis com cantos vivos (em 90 graus) devem ser mantidos longe das áreas de passagem

Ter um idoso em casa? Veja essas dicas para te auxiliar

70. Inclua a questão da sexualidade nas consultas médicas e nas conversas com os amigos e com os familiares.

É importante para desmistificar a ideia de que o sexo é um tema alheio aos idosos

71. Com o envelhecimento, as mulheres podem observar uma diminuição da lubrificação vaginal.

A tendência é que a lubrificação aumente se elas tiverem uma vida sexual ativa.

Se o ressecamento vaginal gerar desconforto, podem ser utilizados lubrificantes artificiais.

72. Trate precocemente diabetes, hipertensão, índice elevado de colesterol e doenças cardiovasculares ou da próstata.

Esses problemas geralmente aparecem por volta dos 40 anos de idade e se agravam com o tempo.

Nas mulheres, isso afeta a lubrificação da região genital.

Nos homens, esses distúrbios afetam a função erétil

73. O uso de remédios para disfunção erétil favorece o preenchimento dos corpos cavernosos do pênis, que pode ser bloqueado por problemas físicos ou emocionais.

O remédio é ineficaz, porém, se o problema for a falta de desejo, que pode decorrer tanto de uma depressão como de problemas hormonais.

74. Com o envelhecimento, há uma diminuição da produção de testosterona, hormônio masculino.

Normalmente, essa perda é de 1% ao ano.

Cerca de 15% dos homens idosos, porém, sofrem uma perda mais significativa de testosterona, o que afeta o desejo.

É possível fazer reposição hormonal, mas o tratamento deve ser precedido de uma avaliação médica: a reposição é contraindicada para homens com tumores de próstata ou de mama e nem sempre é indicada para quem tem apneia do sono ou alguma doença hepática

75. No caso das mulheres, a masturbação também ajuda a manter a saúde dos órgãos genitais a estimulação leva a uma liberação hormonal que preserva a mucosa vaginal

76. Ao planejar o roteiro, leve em consideração a temperatura, pois a sensibilidade a variações térmicas é maior nessa faixa etária.
Prefira a primavera ou o outono

77. Procure saber se o plano de saúde oferece uma cobertura internacional

78. Peça ao médico um relatório sucinto, em inglês, informando doenças crônicas e medicações em uso; caso ocorra algum problema, o médico do outro país terá como avaliar o quadro de forma mais ampla

79. Leve um eletrocardiograma de base normal; isso pode ajudar quem fizer a avaliação médica a saber se uma eventual alteração nos batimentos cardíacos é crônica ou aguda

80. Leve todos os medicamentos necessários numa quantidade suficiente para todo o período da viagem -sem se esquecer de levar também todo o receituário

81.Leve o telefone celular do clínico, para que, em uma emergência, o médico possa trocar informações com o profissional que o atender

82. Antes de visitar locais isolados, busque se informar sobre o serviço hospitalar mais próximo

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83. Quem tem varizes ou costuma ter inchaço nas pernas precisa caminhar frequentemente no corredor do avião, para facilitar a circulação sanguínea; usar meias elásticas também ajuda

84.Quem já teve trombose e não toma nenhuma medicação anticoagulante pode consultar o médico sobre a possibilidade de tomar uma injeção de anticoagulante antes da viagem, principalmente se for passar muito tempo no avião

85. Não eleve a voz -isso apenas distorce o som e incomoda o idoso, que tem menos proteção contra sons de alta intensidade; em vez disso, fale devagar

86. Converse mostrando o rosto ao idoso, e em um ambiente iluminado e silencioso

87. Após os 60 anos, inclua a visita ao otorrino no check-up

88. Não compre um aparelho auditivo sem indicação profissional e sem testar o equipamento.

No procedimento correto, o otorrino indica o uso do aparelho e o fonoaudiólogo faz a seleção e o teste da prótese auditiva.

É preciso testar em domicílio, por cerca de um mês.

Testar o equipamento só no consultório é arriscado, já que se trata de um local mais silencioso, que pode não corresponder ao ambiente em que o paciente vive

89. Com o envelhecimento, há uma tendência ao acúmulo de cera no ouvido.

Se isso ocorrer, consulte um otorrino sobre a necessidade de uma lavagem

90. Não use cotonete para retirar o excesso de cera -no máximo, use uma toalha úmida na ponta do dedo

91. A prega vocal também é formada por tecido muscular e tende a ficar mais flácida com o envelhecimento, deixando a voz mais fraca.

Essa alteração, porém, pode ser resolvida com exercícios específicos.

92. Assento mais alto
Com 44 cm de altura, torna o ato de sentar e o de levantar mais fáceis.

93. Chaveiro adaptado
(modelo para até três chaves) Oferece uma alavanca maior para facilitar o giro das chaves. Indicado para quem tem artrite ou fraqueza preensora

94. Esponja adaptada
Facilita a limpeza das pernas e dos pés por pessoas que têm dificuldade para inclinar o corpo para a frente.

95. Cadeira elevatória 
Voltada para pessoas com dificuldade de locomoção, o equipamento é indicado para quem pesa até 130 kg.

96. Adaptação para meias
Ajuda quem tem dificuldades para inclinar o corpo para a frente a colocar.

97. Talheres
Com cabo grosso (para quem tem problemas articulares) e dobráveis, que facilitam o ato de levar a comida à boca.

98. Tábua de corte adaptada
Fixa o alimento que será cortado, diminuindo o risco de acidentes.

99. Antideslizante Heritage
Pode ser aplicado em pisos frios sem alterar o brilho, a textura ou a cor do material. Há duas linhas do Heritage: a industrial e a autoaplicável.
A segunda é indicada para uso residencial ou em áreas de até 60 m2.

100. Cadarço elástico para tênis
É indicado para quem tem problemas articulares.
O cadarço fica amarrado e basta puxar as laterais do tênis para calçá-lo.

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