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Semente de mostarda, nutritiva para a terceira idade

Semente de mostarda, nutritiva para a terceira idade.

Um dos vegetais folhosos mais nutritivos e cultivados pelo mundo, a mostarda é rica em diversos nutrientes.


É uma verdura bem versátil:

Suas folhas possuem altas concentrações de antioxidantes, muitas fibras, proteínas, minerais e vitaminas A, C e K. Já as sementes trazem personalidade à receita quando usadas como tempero – o molho feito com os grãos desse vegetal pode ter um sabor leve ou extremamente picante

A mostarda pertence à mesma família do repolho, do brócolis e da couve-de-bruxelas e possui baixíssimo valor calórico: apenas 25 kcal para cada 100 gramas de folhas cruas.

Por isso, é muito indicada para quem deseja emagrecer

Quais os benefícios da mostarda?

A folha da mostarda é uma importante fonte de minerais essenciais (cálcio, ferro, magnésio, potássio, zinco e selênio) e de vitaminas A, C, E e K.

Esses nutrientes são importantes para a construção da massa óssea, manutenção da saúde dos olhos e da pele e atuam como antioxidantes, protegendo o organismo da ação dos radicais livres e de algumas doenças.

Além disso, é rica em flavonoides e glucosinolato, um composto com efeito protetor para o fígado.

Sua alta concentração de fibras ajuda no combate à prisão de ventre e na prevenção de doenças, como o câncer de estômago e cólon.

O ácido fólico (vitamina B9) pode ser encontrado também em níveis elevados nas folhas da mostarda.

Essa vitamina é importante na síntese de DNA e tem ingestão indicada para mulheres em início de gestação, como método de prevenção da má formação do sistema nervoso do feto.

Assim como as folhas, as sementes também são fonte de nutrientes.

Possuem cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, zinco, manganês, colina, ômega-3 e fitoesteróis.

Têm ação anti-inflamatória, melhoram a imunidade, ajudam a reduzir os níveis do colesterol “ruim” e combatem a aterosclerose.

Como fazer mostarda?

foto ilustrativa

Existem numerosas variações de receitas do molho de mostarda.

Das mais simples às gourmets, com adição de ingredientes como mel, pimenta, ervas e outros temperos.

Há ainda variações na base do molho: enquanto algumas levam água e vinagre, outras receitas são feitas com o uso de vinho branco ou suco de limão.

A semente da mostarda precisa de preparação prévia para fazer o molho.

Isso vale para qualquer um dos tipos, das amarelas às escuras.

Dois dias antes de fazer o condimento, mergulhe-as em um pote contendo uma mistura de vinagre de cidra e água gelada.

Para cada 100 gramas de sementes, coloque 150mL de vinagre e 100mL de água.

Quando o período de descanso do molho acabar, bata tudo num triturador – as sementes e a água que sobrou. Se preferir um molho mais líquido, basta passar a pasta por uma peneira e retirar o que sobrou de cascas.

Tempere com sal marinho e, se preferir, com um pouco de mel.

A mostarda tende a ficar mais saborosa depois de alguns dias na geladeira.

Caso queira arriscar receitas mais elaboradas, a dica é substituir o vinagre e a água por um vinho branco de qualidade, por exemplo, e variar nos tipos de mostarda.

Na hora de escolher as sementes, atente-se ao sabor que mais agrada o seu paladar: as amarelas são mais suaves do que as pretas.

Como usar a semente de mostarda?

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De sabor bem picante e marcante, a semente da mostarda pode ser consumida crua ou cozida.

Quando moída, é utilizada para temperar carnes e outros tipos de alimentos.

Elas são bastante comuns em pratos indianos, em que a semente frita é usada para temperar peixes, arroz e iogurtes e no curry.

Esse grão pode ser usado ainda para fazer chás.

Uma dica de receita é fervê-lo com quantidades iguais de erva-doce e canela.

A bebida tem ação anti-inflamatória e antioxidante.

Consumir mostarda é bom para o colesterol?

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As folhas do vegetal são ricas em gorduras poli e monoinsaturadas e eficazes em reduzir os índices do colesterol ruim (LDL) e de triglicerídeos e aumentar os do colesterol bom (HDL).

Assim como os demais vegetais crucíferos, a mostarda melhora a capacidade de produção da bile, que usa o colesterol circulante como matéria-prima.

Isso leva a uma redução importante nos índices da gordura no sangue, prevenindo a arterosclerose e o entupimento dos vasos sanguíneos.

Para melhorar o potencial preventivo da mostarda, aposte no preparo ao vapor.

Esse tipo de cozimento é mais indicado para acelerar o metabolismo da bile, quando comparada à versão crua.

Qual molho de mostarda é mais saudável?

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Mais encontradas nas prateleiras dos supermercados, as mostardas amarela e Dijon são bem pobres em nutrientes e têm baixo teor calórico.

A diferença nutricional mais marcante entre elas é a quantidade de sódio.

Uma colher de chá da Dijon contém 120 mg desse mineral, enquanto na amarela a quantia cai para 56 mg.

Os demais tipos desse condimento apresentam pequenas variações conforme a receita.

Mas, em linhas gerais, tendem todos a ser pobres em nutrientes e ter baixas quantias de carboidratos, gorduras, fibras e proteínas.

Vale ficar, no entanto, atenta para os valores calóricos, os níveis de sódio e acréscimo de ingredientes, como ovos, mel, queijos, vinagres e pimentas.

O que é a mostarda tipo Dijon?

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É um tipo do condimento criado na cidade de Dijon, na França, famosa por sua produção de vinhos.

Em vez de vinagre ou vinho branco, a receita tradicional é feita com um suco de uvas não maduras.

Esse líquido mais ácido dá o sabor característico desse tipo de mostarda.

Atualmente, no entanto, a Dijon se popularizou mundialmente e passou a ser produzido em larga escala – e até mesmo fora da França.

Feita com sementes marrons ou negras, possui uma coloração amarelo-pálida e textura cremosa.

A maioria dos produtos vendidos em supermercados está mais para “um tipo” de Dijon, já que não seguem à risca a receita original – grande parte não contém o suco de uva não madura, por exemplo.

Uma combinação bastante comum hoje em dia é a Dijon com estragão, um tempero com sabor doce e picante.

Como a mostarda ajuda a prevenir o câncer?

Entre os muitos compostos nutritivos encontrados na semente desse vegetal está o isotiocianato de alila (ou AITC, na sigla em inglês).

Esse composto inibe a ação das células cancerígenas e impede que elas se multipliquem.

fonte: jasmine alimentos

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