Cabelos

Permanente na terceira idade e as novas técnicas

Permanente na terceira idade e as novas técnicas de cachear. Famoso nos anos 1980, o permanente ganhou novas versões. Além de deixar os cabelos modelados – e com menos volume do que antigamente – o procedimento define o desenho dos fios. O permanente foi uma febre durante os anos 1980, época em que muitas mulheres desejavam cabelos volumosos e crespos. Na década seguinte, os lisos ganharam força, e a técnica deixou de ser popular. Agora, o processo volta atualizado, ajudando definir mais os cachos em fios crespos e cacheados, e a criar ondas marcadas nas madeixas lisas. Essas novas técnicas são versões do tradicional permanente, que com a ajuda do tioglicolato de amônia conseguia remodelar os fios.

Como se faz o permanente

Resultado de imagem para permanente para mulheres maduras O tioglicolato de amônia é capaz de remodelar o formato dos fios com ajuda de acessórios específicos, fazendo com que eles percam sua forma original, assim como acontece nos alisamentos. “O tioglicolato de amônia quebra as pontes dissulfeto dos aminoácidos de cistina, o que gera a formação de duas cisteínas para cada cistina. Por meio desses processo a queratina sofre um inchaço, tornando-se maleável para ser enrolada. Logo depois, utiliza-se um oxidante para interromper a reação”, explicou o o mestre em fármaco e cosmetologia Rogério Kreidel.

O acessório que muda o formato dos fios se chama bigudin.

Ele é mais fino e alongado que os bobes e consegue deixar o cacho mais definido, e é o passo mais importante do permanente. A escolha desse acessório está diretamente ligada ao resultado final: quando maior o bigudin, mais largos serão os cachos. O mesmo funciona para o início do procedimento, quando mais perto da raiz, mais definido e encaracolado será o cacheado.

Permanente afro, o que é?

Imagem relacionada Atualmente, os dois processos mais populares de permanente são a versão afro e a digital. Feita especialmente para cabelos crespos, a afro favorece a definição dos cachos desse tipo de madeixas em uma técnica parecida ao passo a passo do procedimento tradicional: “a diferença entre a versão original e a afro, é que atualmente os bigudins ganharam aquecimento, o que favorece o procedimento. Esses acessórios são aquecidos em até 150°C durante o permanente, o que melhora a fixação e economiza tempo. Antigamente, um permanente levava duas ou três horas, agora, só 40 minutos”, explicou o cabeleireiro Cassio Azevedo. O profissional explica que apesar de mais rápido, é preciso ser mais cuidadoso com o permanente afro, porque na maioria das vezes, as clientes já tem outras químicas no cabelo, como relaxamentos e alisamentos, que podem não ser compatíveis. “O processo define os fios crespos e é ótimo para quem não consegue domar os cachos. O problema está nas químicas anteriores, que podem fragilizar o cabelo, que pode não só ficar quebrado e com aspecto ressecado, como pode cair”, explicou o cabeleireiro.

Permanente digital cria ondas mais suaves

Resultado de imagem para permanente digital Outra opção do permanente atual é a versão digital. Esse procedimento é a aposta de quem deseja fios volumosos e com cachos delicados, principalmente nas pontas. Essa tecnologia forma ondas naturais que ficam marcadas nas madeixas com a ajuda do calor. Assim como na versão afro, os bigudins do permanente digital também são aquecidos, e recebem auxílio de uma luz de led azul para uma maior absorção. A diferença é do procedimento acontece na formulação, que apesar de conter tioglicolato de amônia, contém outros ativos que evitam danos na fibra capilar. Os resultados são ondas largas em cabelos lisos e cachos abertos em fios mais ondulados. fonte: beleza extraordinária

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