Nutrição

O mel das abelhas só faz bem aos idosos

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Abelhas.

Isso mesmo!

Esse inseto voador é extremamente importante para a economia e para a natureza.


Atualmente, existem 20 mil espécies pelo mundo e aqui no Brasil, o oitavo maior exportador de mel do mundo, a mais conhecida é a abelha africana.

As abelhas são reconhecidas por sua excelente organização e desempenho na força de trabalho.

Na estrutura são observados três elementos: as rainhas, as operárias e os machos.

A abelha rainha é considerada a mãe de todo a sociedade em volta dela – a colmeia – e organiza as atividades de produção através de um feromônio  que orienta as operárias.

Normalmente, há apenas uma rainha por agrupamento, mas existem relatos da presença de mais de uma por colmeia.

As operárias fazem praticamente tudo dentro e fora da colmeia.

As atividades dependem da idade de cada abelha, sendo realocadas de acordo com o passar do tempo, variando entre a defesa, alimentos e manipulação dos materiais para construção da colmeia.

Elas representam em média 80% dos indivíduos de um enxame.

Os zangões, como são conhecidos os machos, são responsáveis pela reprodução, atuando, em determinadas espécies, somente no acasalamento.

Em outras variedades de abelha eles podem atuar em outras tarefas, como a manipulação de cera.

Uma curiosidade sobre o organismo dos machos é o fato de após a fecundação, devido a perda de uma parte dos órgãos sexuais, eles morrem.

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As abelhinhas são responsáveis pela produção de mel, mas não é só isso que elas produzem.

A cera, o própolis, o pólen, a geleia real, entre outros são fornecidos por elas.

No entanto, como se já não bastasse, a maior missão das abelhas está na polinização – transporte de células reprodutivas de plantas masculinas -, possibilitando a sobrevivência de muitas espécies de plantas e ampliando a produtividade agrícola de diversos setores.

A partir de 1970, devido às muitas vantagens, começou a ser amplamente difundida a atividade da apicultura – termo que denomina a pratica de criar abelhas.

Essa produção surgiu um pouco antes com a inserção das abelhas africanas, as Apis Mellifera em 1839.

O Avôvó sabe que você já reconhece alguns benefícios do mel, mas, com as descobertas das várias propriedades desse alimento, viemos apresentar algumas vantagens para quem está na terceira idade ou já é idoso e que talvez você não conheça.

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Benefícios:

Bom para dor de garganta:

Sua avó estava certa!

Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele é interessante para aliviar a dor de garganta momentaneamente.

No entanto, ele serve apenas para o alivio momentâneo.

Bom para problemas respiratórios:

Estudos mostraram que o mel pode ser um aliado no combate aos sintomas de algumas doenças respiratórias.

Entre os problemas, a infecção respiratória e sinusites, a tuberculose e pneumonia.

Nesse caso, vale a mesma ressalva em relação à dor de garganta.

O mel ajuda nos sintomas, mas o tratamento deve ser feito por um especialista.

Bom para o intestino:

O mel pode ser um importante aliado na manutenção da flora intestinal, composta por bactérias amigas que ajudam na digestão, melhorando o trânsito intestinal, a consistência normal das fezes e agindo na prevenção de diarreia e constipação.

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Bom para pele:

O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides.

Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e assim previne o envelhecimento precoce e contribui para a pele mais bonita e saudável.

Ação antioxidante:

Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovascular entre outras.

Diminui os riscos de infecção urinária:

Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel.

Melhora o sono e ajuda a relaxar:

O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar.

Tipos de mel:

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Mel silvestre:

Este é o mais ingerido no Brasil e é proveniente de diversas flores.

É considerado interessante para a pele, vias respiratórias, tem efeito antioxidante e propriedades calmantes.

Mel de flor de eucalipto:

Possui um sabor mais forte e coloração escura.

É interessante para o tratamento auxiliar e alivio de infecções intestinais, vias urinárias e doenças respiratórias.

Mel de assa-peixe:

Possui aroma e sabor agradáveis e possui efeito calmante e expectorante.

Mel de flor de laranjeira:

Conta com sabor suave e regula a função intestinal e tem efeito calmante.

Mel de cipó-uva:

possui ação antioxidante, especialmente no fígado, por isso pode ajudar a diminuir os efeitos do álcool.

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