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Músicas anos 60 e 70 para ouvir e sonhar

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Após ser declarado incapaz pelos médicos por causa do Alzheimer, ele deixou mesmo de reconhecer a própria filha, Henry teve que ser internado em um lar de idosos.

Mais tarde começou a ter convulsões e mal era capaz de responder um simples “sim” ou “não”.

Segundo sua filha, ele era amante da diversão e da música: – “Ele adorava cantar e tinha a música adequada para cada ocasião”.

Como parte do “Alive Inside”, um documentário realizado em 2012, que analisava como os pacientes de Alzheimer “despertam” após escutar a música de seu passado, Henry foi submetido a canções com as quais teve uma conexão emocional.

De imediato seu rosto iluminou, seus olhos se abriram e recordou, como se fosse ontem, algumas de suas lembranças musicais favoritas.

O poder da música!

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada.

Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas.

Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais.

Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906.

Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si.

Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.

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