Saúde Física

Diabetes na terceira idade, saiba tudo aqui

diabetes nos idosos

Diabetes na terceira idade, saiba tudo aqui.

A orientação dos médicos é: não se descuide nem por um minuto.

A doença é silenciosa e pode causar danos irreparáveis.

Veja as informações e entenda o que significa esse mal.

Sem sombra de dúvidas, a diabetes é um problema de saúde muito recorrente na terceira idade.

Seja por questões de metabolismo ou por negligencia na alimentação, essa doença causa uma serie de complicações na vida dos pacientes.



Por isso, o portal Avôvó selecionou um material completa para orientar sobre as especificidades que podem surgir.

Vale sempre destacar que muitos assuntos ainda serão abordados por um especialista, o Avôvó continua buscando parcerias colaborativas para gerar o melhor, mas, enquanto não conseguimos, esse post fará as vezes de esclarecer os tipos de diabetes existentes e as principais complicações da doença.

O cuidado com a saúde deve ser sempre o foco de qualquer pessoa, ainda mais na terceira idade.

Semana passada, publicamos um texto chamado: “Envelhecer bem só depende de você”, abordando o protagonismo que cada pessoa tem na missão de envelhecer com saúde e com capacidade de realizar qualquer tarefa.

Seja o responsável por viver radiante e cheio de disposição.

Aproveite o conteúdo!

Classificação do Diabetes

Sabemos hoje que diversas condições que podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes Tipo 1 (DM 1)

Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células, beta levando a deficiência de insulina.

Nesse caso podemos detectar em exames de sangue a presença desses anticorpos que são: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM 1 no momento do diagnóstico.

Em geral costuma acometer crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeado em qualquer faixa etária.

O quadro clínico mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como: sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza.

Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma.

Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

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Diabetes Tipo 2 (DM 2)

Nesta forma de diabetes está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos).

Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica.

Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais.

Quando isso não é mais possível, surge o diabetes.

A instalação do quadro é mais lenta e os sintomas – sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais e outros – podem demorar vários anos até se apresentarem.

Se não reconhecido e tratado a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma.

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos.

Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças.

Isso se deve, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física.

Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, haja visto a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

Outros Tipos de Diabetes

Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta (MODY 1, 2 e 3), defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Diabetes Gestacional

Atenção especial deve ser dada ao diabetes diagnosticado durante a gestação.

A ele é dado o nome de Diabetes Gestacional. Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada.

Na maioria das vezes ele é detectado no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose.

As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, de perdas fetais, más formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que sua chance de desenvolverem a doença é maior.

A Automonitorização

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Para obter um melhor controle dos níveis glicêmicos, não basta o paciente apenas acreditar que está fazendo tudo corretamente ou ter a sensação de estar sentindo-se “bem”.

É necessário monitorar, no dia-a-dia, os níveis glicêmicos.

Para isso, existem modernos aparelhos, os glicosímetros, de fácil utilização e que nos fornecem o resultado da glicemia em alguns segundos.

Siga as orientações do seu médico quanto ao número de testes que deve ser realizado.

O objetivo desse controle não é só corrigir as eventuais hiperglicemias que ocorrerão, mas também tentar manter a glicemia o mais próximo da normalidade, sem causar hipoglicemia.

Quanto melhor o controle, maior o risco de hipoglicemia, daí a importância também da monitorização da glicemia mais vezes tanto para evitar a hipo, como também para que não se coma em excesso na correção dela, o que invalidaria os esforços para manter o controle.

A monitorização permite que o paciente, individualmente, avalie sua resposta aos alimentos, aos medicamentos (especialmente à insulina) e à atividade física praticada.

Exames de Rotina

De acordo com a necessidade, as consultas devem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, com eventuais contatos por telefone ou fax, com envio da monitorização glicêmica.

Nas consultas são solicitados os exames que devem incluir a glicemia, a hemoglobina glicada trimestral (que dá a média da glicemia diária nos últimos 2 a 3 meses), função renal anual (ureia, creatinina, pesquisa de microalbuminúria), perfil lipídico anual ou semestral, avaliação oftalmológica anual, avaliação cardiológica.

Os demais exames devem ser solicitados de acordo com a necessidade individual do paciente.

Diabetes causa complicações, a Sociedade Brasileira de Diabetes explica:

Antes de responder a essa pergunta, é importante lembrar que o gerenciamento adequado da taxa de glicemia reduz drasticamente o risco de desenvolver uma complicação.

O diabetes é uma doença cercada de mitos, mas, na verdade, quem tem o problema pode levar uma vida mais do que normal: ativa, saudável e feliz.

Entretanto, se não houver acompanhamento, as altas taxas de glicose no sangue podem favorecer algumas complicações.

Saiba mais sobre elas e aprenda a identificar os sintomas:

Doença renal

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Os rins são uma espécie de filtro, compostos por milhões de vasinhos sanguíneos (capilares), que removem os resíduos do sangue.

O diabetes pode trazer danos aos rins, afetando sua capacidade de filtragem.

Mas como isso acontece?

O processo de digestão dos alimentos gera resíduos. Essas substâncias que o corpo não vai utilizar geralmente têm moléculas bem pequenas, que passam pelos capilares e vão compor a urina.

As substâncias úteis, por sua vez, a exemplo das proteínas, têm moléculas maiores e continuam circulando no sangue.

O problema é que os altos níveis de açúcar fazem com que os rins filtrem muito sangue, sobrecarregando nossos órgãos e fazendo com moléculas de proteína acabem sendo perdidas na urina.

A presença de pequenas quantidades de proteína na urina é chamada de microalbuminúria.

Quando a doença renal é diagnosticada precocemente, durante a microalbuminúria, diversos tratamentos podem evitar o agravamento.

Sendo detectada mais tarde, já na fase da macro albuminúria, a complicação já é chamada de doença renal terminal.

Com o tempo, o estresse da sobrecarga faz com que os rins percam a capacidade de filtragem.

Os resíduos começam a acumular-se no sangue e, finalmente, os rins falham.

Uma pessoa com doença renal terminal vai precisar de um transplante ou de sessões regulares de hemodiálise.

Quais são os sinais?

Os sintomas não são específicos e podem ser confundidos com outras doenças, mas os mais comuns são inchaço, perda de sono, falta de apetite, dor de estômago, fraqueza e dificuldade de concentração.

Geralmente, no entanto, os sinais só aparecem quando o quadro está mais grave.

A recomendação é que toda pessoa com diabetes, Tipo 1 e Tipo 2, deve fazer um exame que pesquisa a microalbuminúria pelo menos uma vez por ano.

Se for detectada alguma alteração, o exame deve ser repetido.

Se a condição for confirmada, o paciente deve receber tratamento adequado.

É fundamental consultar um médico regularmente.

Como posso evitar?

A primeira medida é o controle da glicose.

Se você gerenciar bem sua taxa glicêmica, o risco de desenvolver microalbuminúria cai 33%.

Um controle bem rígido pode reverter o quadro ou pelo menos impedir que ele evolua para doença renal terminal.

A pressão arterial também deve ser acompanhada, porque o descontrole pode acelerar o progresso da doença.

Perder peso, comer menos sal, evitar álcool e tabaco e fazer exercícios regulares estão entre as indicações para fazer esse controle.

Se essas medidas não forem suficientes, há ainda medicamentos específicos para pessoas com diabetes e hipertensão.

Pés e membros inferiores

Um probleminha nos pés, que pode até parecer bobo, pode virar uma séria complicação se você tem diabetes.

Uma das causas mais comuns é o dano aos nervos, também chamado de neuropatia, e a má circulação.

As complicações podem causar formigamento, dor (que pode aparecer em forma de ardência ou de picadas), fraqueza e perda de sensibilidade no pé, dificultando a percepção de calor, frio e mesmo de algum machucado – se você pisar em uma tachinha, por exemplo, ou tiver uma bolha porque andou muito naquele dia, pode não perceber.

Quando no ar, a lesão poderá estar bem pior e infeccionada.

Os danos nos nervos podem causar também mudanças na forma dos pés e dos dedos.

Pergunte ao seu médico sobre sapatos terapêuticos especiais, ao invés de insistir e forçar o uso de sapatos comuns.

Aqui você vai encontrar as informações básicas.

Para saber mais, não deixe de visitar a seção Cuidados com os pés.

Pele e calos

Uma alteração comum é a pele dos pés, que pode ficar muito seca e favorecer o aparecimento de feridas (rachaduras). I

sso acontece porque os nervos que controlam a produção de óleo e umidade estão danificados.

É importante massagear os pés com um bom creme após o banho e sempre que sentir a pele desidratada.

Dica: Evite passar creme entre os dedos, porque a umidade extra favorece a proliferação de micro-organismos e infecções.

Em pessoas com diabetes, os calos aparecem com mais frequência, porque há áreas de alta pressão nessa parte do corpo, que aguenta nosso peso o dia inteiro.

Calos não-tratados podem transformar-se em úlceras (feridas abertas).

Por isso, uma dica superimportante: não corte os calos você mesmo, nem use agentes químicos, que podem queimar a pele.

Também não deixe que a pedicure ‘dê um jeitinho’.

A avaliação médica e a indicação de um bom podólogo é a postura mais indicada.

Uma medida que está liberada é o uso de pedras-pomes, todos os dias, para manter os calos sob controle.

O ideal é que a pele esteja ainda úmida e que você aplique um creme hidratante, indicado pelo seu médico, logo depois do uso.

As úlceras ocorrem mais frequentemente na planta do pé ou embaixo do dedão.

Quando aparecem nas laterais, geralmente é o sapato que está inadequado.

O tratamento pode ser feito com a limpeza e o uso de proteções especiais para os pés, mas pode exigir também a ação de um cirurgião vascular, caso a circulação esteja muito ruim.

Sabe-se que o diabetes pode prejudicar a circulação, mas esse problema se agrava ainda mais com o uso de cigarro, pressão alta e desequilíbrio nos níveis de colesterol.

E a má circulação, por sua vez, prejudica o combate às infecções e atrapalha a recuperação das úlceras nos pés.

Por que ouvimos falar de amputação em casos de diabetes?

Muitas pessoas com diabetes têm a doença arterial periférica, que reduz o fluxo de sangue para os pés.

Além disso, pode haver redução de sensibilidade devido aos danos que a falta de controle da glicose causa aos nervos.

Essas duas condições fazem com que seja mais fácil sofrer com úlceras e infecções, que podem levar à amputação.

A boa notícia é que a maioria das amputações são evitáveis, com cuidados regulares e calçados adequados.

Cuidar bem de seus pés e ver o seu médico imediatamente, assim que observar alguma alteração, é muito importante.

Pergunte sobre sapatos adequados e considere seriamente um plano estratégico: pare de fumar!

O tabagismo tem sério impacto nos pequenos vasos sanguíneos que compõem o sistema circulatório, causando ainda mais diminuição do fluxo de sangue para os pés. Com isso, as feridas cicatrizam mais lentamente.

Já está imaginando, não é?

Um grande número de pessoas com diabetes que necessitam de amputações é fumante.

Evite esse transtorno, sempre é tempo!

Problemas nos olhos

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Se você gerencia bem a taxa de glicemia, é bem provável que apresente problemas oculares de menor gravidade; ou nem apresente.

Mas saiba: quem tem diabetes está mais sujeito à cegueira.

A boa notícia é que, fazendo exames regularmente e entendendo como funcionam os olhos, fica mais fácil manter as complicações sob controle.

O que você sabe sobre seus olhos?

O olho é uma esfera, coberta por uma membrana exterior rígida, clara e curva.

Esta área curva é a córnea, que foca a luz e protege o olho.

Depois de passar pela córnea por meio da pupila (a ‘menina dos olhos’ nada mais é que um buraquinho na íris, a parte colorida do olho), a luz atinge a câmara anterior, preenchida por um fluido chamado humor aquoso.

Depois, ela atinge uma outra lente, o cristalino, que aprimora o foco; e só então chega à parte posterior, também cheia de fluido, o humor vítreo.

Só então, ela atinge a retina, que grava as imagens e converte em sinais elétricos.

O cérebro recebe os sinais e decodifica.

Uma parte da retina é especializada em diferenciar detalhes finos.

Essa pequena área é chamada mácula, que é irrigada por vasos sanguíneos para garantir seu funcionamento.

Essas estruturas podem ser alvo de algumas complicações da diabetes.

Glaucoma

Pessoas com diabetes têm 40% mais chance de desenvolver glaucoma, que é a pressão elevada nos olhos.

Quando mais tempo convivendo com a doença, maior o risco.

Na maioria dos casos, a pressão faz com que o sistema de drenagem do humor aquoso se torne mais lento, causando o acúmulo na câmara anterior.

Isso comprime os vasos sanguíneos que transportam sangue para a retina e o nervo óptico e pode causar a perda gradual da visão.

Há vários tratamentos para o glaucoma – de medicamentos à cirurgia.

Catarata

Pessoas com diabetes têm 60% mais chance de desenvolver a catarata, que acontece quando a lente clara do olho, o cristalino, fica opaca, bloqueando a luz.

Fique atento: quem tem diabetes costuma desenvolver a catarata mais cedo e a doença progride mais rápido.

Para ajudar a lidar com graus leves de catarata, é necessário usar óculos de sol e lentes de controle de brilho nos óculos comuns.

Quando a opacidade atrapalha muito a visão, geralmente é realizada uma cirurgia que remove as lentes e implanta novas estruturas.

Entretanto, é preciso ter consciência de que, em pessoas com diabetes, a remoção das lentes pode favorecer o desenvolvimento de glaucoma (complicação anterior) e de retinopatia (próxima complicação).

https://www.avovo.com.br/caimbra-veja-como-resolver-esse-problema/

Retinopatia

Retinopatia diabética é um termo genérico que designa todas os problemas de retina causados pelo diabetes. Há dois tipos mais comuns – o não-proliferativo e o proliferativo.

O tipo não-proliferativo é o mais comum.

Os capilares (pequenos vasos sanguíneos) na parte de trás do olho incham e formam bolsas. Há três estágios – leve, moderado e grave – na medida em que mais vasos sanguíneos ficam bloqueados.

Em alguns casos, as paredes dos capilares podem perder o controle sobre a passagem de substâncias entre o sangue e a retina; e o fluido pode vazar dentro da mácula.

Isso é o que chamamos de edema macular – a visão embaça e pode ser totalmente perdida.

Geralmente, a retinopatia não-proliferativa não exige tratamento específico, mas o edema macular sim.

Frequentemente o tratamento permite a recuperação da visão.

Depois de alguns anos, a retinopatia pode progredir para um tipo mais sério, o proliferativo.

Os vasos sanguíneos ficam totalmente obstruídos e não levam mais oxigênio à retina.

Parte dela pode até morrer, e novos vasos começam a crescer, para tentar resolver o problema.

Esses novos vasinhos são frágeis e podem vazar, causando hemorragia vítrea.

Os novos capilares podem causar também uma espécie de cicatriz, distorcendo a retina e provocando seu descolamento, ou ainda, glaucoma.

Grandes avanços têm sido feitos no tratamento da retinopatia diabética, como as técnicas de foto coagulação, o laser e a vitrectomia.

Quanto mais cedo a doença for descoberta, mais provável que haja sucesso na terapia utilizada.

E os melhores resultados serão alcançados quando a visão ainda está normal.

Os fatores de risco da retinopatia são o controle da glicose no sangue, o controle da pressão, o tempo de convivência com o diabetes e a influência genética.

A retinopatia não-proliferativa é muito comum, principalmente entre as pessoas com diabetes Tipo 1, mas pode afetar aqueles com Tipo 2 também.

Cerca de uma em cada quatro pessoas com diabetes têm o problema em algum momento da vida.

Já a retinopatia proliferativa é pouco comum – afeta cerca de uma em cada 20 pessoas com diabetes.

diabetes nos idosos

Embora os sintomas costumem aparecer apenas em estágios avançados, fique atento se notar:

  • Visão embaçada;
  • Flashes de luz no campo de visão;
  • Perda repentina de visão;
  • Manchas na visão.

Pele mais sensível

Muitas vezes, a pele dá os primeiros sinais de que você pode estar com diabetes.

Ao mesmo tempo, as complicações associadas podem ser facilmente prevenidas.

Quem tem diabetes tem mais chance de ter pele seca, coceira e infecções por fungos e/ou bactérias, uma vez que a hiperglicemia favorece a desidratação – a glicose em excesso rouba água do corpo.

Por outro lado, se já havia algum problema dermatológico anterior, pode ser que o diabetes ajude a piorar o quadro.

As altas taxas glicêmicas prejudicam também os pequenos vasos sanguíneos responsáveis pelo transporte de nutrientes para a pele e os órgãos.

A pele seca fica suscetível a rachaduras, que evoluem para feridas.

Aí temos mais um complicador: diabéticos têm a cicatrização dificultada (em razão da vascularização deficiente).

Trata-se, portanto, de um círculo vicioso, cuja consequência mais severa é a amputação do membro afetado.

Além de cuidar da dieta e dos exercícios, portanto, a recomendação é cuidar bem da pele também.

Quando controlada, o diabetes pode não apresentar qualquer manifestação cutânea.

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Cãibra ou câimbra, não importa! Veja como resolver esse problema.

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