Dicas de Viagem

Comidas típicas e regionais do Brasil – Aproveite e saboreie

comidas típicas e regionais do Brasil

Comidas típicas e regionais do Brasil – Aproveite e saboreie.

A diversidade do país para desbravar os destinos através da culinária e conheça novos sabores e aromas que são bem brasileiro.

O Brasil é muito rico em vários aspectos.

São muitas cores, aromas e culturas diferentes, e toda essa diversidade atrai inúmeros turistas para cá.

Com um território imenso para explorar, é possível fazer muitas viagens incríveis sem sair do País, conhecendo as peculiaridades de cada região e, é claro, provando comidas típicas.

Veja pratos tradicionais de norte a sul do país:

Churrasco

Alimento foto criado por azerbaijan_stockers - br.freepik.com

Não há churrasco igual ao feito no Rio Grande do Sul – pelo menos segundo os gaúchos.

Os mais tradicionalistas abominam rodízio (ou espeto corrido) e torcem o nariz para bufê de salada.

Para eles, a farinha de mandioca é a melhor companhia para a carne.

Também não têm interesse pelo filé-mignon – suas preferências são a costela e a picanha.

Muitas churrascarias de Porto Alegre servem, à la carte, carnes de boi, porco, carneiro e galeto no espeto, temperadas só com sal grosso, que impede o ressecamento e garante sabor e maciez.

Feijoada

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Presente em cardápios de todo o país e famosa até no exterior, ela faz jus ao título de prato nacional.

Embora existam muitas versões da receita, prevalece a servida na cidade do Rio de Janeiro, onde surgiu o primeiro registro do termo “feijoada”.

Na panela, acrescido de carne-seca, paio, linguiça, lombo, costela, pé, orelha e rabo de porco, o feijão-preto rende um saboroso e consistente caldo, servido com arroz, laranja, torresmo e couve (em diversos lugares, também com linguiça frita e banana à milanesa).

Antes de ir para o fogão, as carnes precisam ser dessalgadas, processo que deve começar pelo menos um dia antes do cozimento.

Comidas típicas e regionais do Brasil – Aproveite e saboreie

Carne de sol

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Um banquete de carne de sol inclui sempre feijão-verde, macaxeira, farofa d’água, pirão de leite e vinagrete.

Mas não se deixe enganar pelo nome do ingrediente principal: a carne salgada descansa previamente na geladeira ou em câmara fria, e não no sol, que a deixaria mais dura e desidratada, originando a famosa carne-seca.

Extraída de coxão mole ou duro, a peça é assada na grelha ou frita na manteiga de garrafa.

Tucupi

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Principal ingrediente da cozinha do Pará, o tucupi é extraído do suco da raiz da mandioca-brava, que precisa ser fervido demoradamente para perder o venenoso ácido cianídrico.

No último estágio adicionam-se chicória, alfavaca e sal.

É no equilíbrio entre esses temperos e o tempo de fervura que se obtém o líquido fundamental na receita do pato no tucupi.

No tacacá, um caldo inspirado na culinária indígena, o tucupi dá um toque na combinação entre goma de mandioca, camarão seco, pimenta-de-cheiro e jambu.

Acarajé

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Chamado de acará na língua iorubá, o bolinho de feijão-fradinho, frito em azeite de dendê, é recheado com vatapá, camarão seco e vinagrete.

Paladares desacostumados devem responder “Não” à pergunta “Com pimenta?”, repetida pelas baianas nas barracas de Salvador.

As melhores ficam no Farol da Barra, e costumam aparecer por lá à noitinha.

Ostra

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Nas águas de Florianópolis as ostras encontram as condições ideais para se desenvolver.

O canal entre a ilha e o continente recebe um fluxo constante de nutrientes marinhos, sob temperatura amena.

Ali o molusco está pronto para o consumo em apenas oito meses – em outras regiões, o ciclo completo pode chegar a quatro anos.

Por isso, a ilha é a maior produtora da iguaria no país.

No bairro de Ribeirão da Ilha, as criações ficam ao lado dos restaurantes, que servem as versões no bafo e gratinada, as mais pedidas, e in natura, a preferida dos gourmets.

Na hora de comer, observe se a ostra tem aparência de hidratada e cheira à maresia, características de seu frescor.

Frango ao molho pardo

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Antes de ir à mesa, a ave guisada (ensopada) e em pedaços é acrescida do próprio sangue, colhido no momento do abate e misturado ao vinagre para não coagular.

O resultado é um molho escuro – daí o nome do prato.

Em Portugal, de onde a receita foi trazida, se chama “galinha à cabidela”, e a técnica de preparo com sangue estende-se a aves como pato, ganso e marreco.

Na cozinha mineira, o frango aparece em outras duas receitas tradicionais, com folhas de ora-pro-nóbis e com quiabo.

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Peixes do Pantanal

pinterest – Pintado

De carne consistente, o pintado pode ser saboreado grelhado, à urucum (com creme de leite, leite de coco, molho de tomate e mussarela), ensopado com mandioca, no prato conhecido como mojica de pintado.

Já o dourado solta as espinhas se for assado lentamente.

Do pacu se comem as longas costelas fritas (ventrechas).

E a piraputanga é assada na brasa e servida sem espinhas.

Moqueca capixaba

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Carro-chefe da maioria dos restaurantes da costa do Espírito Santo, a moqueca capixaba é feita na tradicional panela de barro – comprada, de preferência, na Associação das Paneleiras de Goiabeiras, em Vitória.

Nela, cozinha-se um bom filé de peixe em molho à base de tomate, coentro, cebola, cebolinha, azeite e urucum.

Em muitos locais, camarões e outros frutos do mar também entram no preparo.

Levado à mesa na panela fumegante, o prato é acompanhado de pirão, moqueca de banana e arroz.

Marisco lambe-lambe

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 A farta porção dos pequenos moluscos, cozidos em molho à base de vinho branco, tomate, alho, cebola e azeite, tornou-se um delicioso motivo de parada na matriz do restaurante Dalmo Bárbaro, na Baixada Santista, em São Paulo.

Para muitos habitués, o prato, servido desde 1963, faz parte das memórias de infância.

Com o tempo, a fama da receita passou a ser disputada por outras casas da região, como o Joca, que chega a vender 1 tonelada de marisco em um fim de semana.

Cozinha açoriana

pinterest – polvo

Enraizada em Santa Catarina, a cozinha açoriana ganhou novas feições em 1777, quando os espanhóis invadiram Florianópolis e forçaram os imigrantes a fugir para outros pontos do litoral.

Na Baía de Itapocorói, atual Penha, o contato com os índios ampliou o alcance dessa culinária, baseada em peixes, frutos do mar e temperos como pimenta e coentro.

A farinha de mandioca, tão indígena, foi parar no pirão.

A tradição reza que as postas de peixe devem ser servidas em um recipiente de barro, de boca larga, chamado alguidar.

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Arroz com pequi

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A culinária goiana é semelhante à mineira, mas também tem suas peculiaridades.

Entre elas, a mais famosa é o pequi, uma fruta típica do cerrado que já fazia parte do cardápio dos índios da região, e que foi incorporada às receitas dos bandeirantes que desbravaram o Estado.

Uma das maneiras mais goianas de preparar o pequi é cozinhando-o com arroz.

Ele fica amarelinho e com cheiro e sabor bem característicos.

É preciso ter cuidado ao comer o pequi, já que a semente do fruto contém milhares de pequenos espinhos em seu interior.

Para saboreá-lo, basta roer sua superfície com cuidado, retirando a polpa e descartando o caroço, sem mordê-lo.

Caldinhos de sururu e maçunim

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Em Alagoas, os moluscos sururu e maçunim vivem na lama das lagoas e medem, no máximo, dois centímetros.

Eles são encontrados em bares da região metropolitana de Maceió, próximos às regiões em que são encontrados.

Nos restaurantes da cidade, eles são servidos como entrada, acompanhados de leite de coco, ou preparados na concha – o sururu de capote -, ou na composição de molhos de pescados.

fonte: revista Viagem

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