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As cidades médias / grandes ideais para os idosos!

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A expectativa de vida elevada é essencial para classificar uma cidade como boa opção para os avós.

Conheça as 10 melhores cidades para a terceira idade no Brasil.

A qualidade de vida está subindo em todo o Brasil.

Os brasileiros estão vivendo mais que seus pais, isso é inegável.

No entanto, não são todos as regiões do país que possuem o preparo adequado para abrigar uma extensa população de terceira idade e algumas cidades saem na frente nesse caso.

Por exemplo, em média, 2015 para 2016, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer passou de 75,5 para 75,8 anos, o que representa um acréscimo de três meses e onze dias em comparação ao último número.

Claro!

Nem todos os estados tiveram os mesmos resultados e entre eles, Santa Catarina é o que apresenta a maior esperança de vida (79,1 anos), logo em seguida estão Espírito Santo (78,2 anos), Distrito Federal (78,1 anos) e São Paulo (78,1 anos).

No outro extremo, com as menores expectativas de vida, estão os estados do Maranhão (70,6 anos) e do Piauí (71,1 anos).

Não são poucos os elementos que determinam a qualidade de vida das pessoas, mas alguns são cruciais.

Por exemplo, saúde, educação e nível de desigualdade podem ser considerados itens elementares.

Entre esses itens está a diferença regional, que, para muitos, transpõe as questões básicas e fundamentais relacionadas ao aumento de oferta e acesso aos serviços de saúde.

Segundo o PNAD de 2009, a macrorregião com maior proporção de idosos é a Sudeste (12,7%), seguida da Região Sul (12,3%), Nordeste (10,5%), Centro-Oeste (9,5%) e Norte (7,3%).

Muitos pesquisadores defendem a tese de fatores como educação e renda, por exemplo, despontarem como diferenciais no ganho de vida em anos, possivelmente na qualidade do envelhecimento.

Santos, São Paulo

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O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), criou um ranking das melhores cidades do país para se envelhecer.

Santos aparece no topo, pela situação financeira e cultural.

Há pouca população de baixa renda, com PIB municipal elevado, e idosos se casam com frequência, o que eleva qualidade de vida.

Florianópolis, Santa Catarina

Florianópolis

A capital catarinense também se destaca, segundo o estudo, pela diminuta parcela de população de baixa renda.

A população de idosos, no município, está entre as que possuem maior renda entre as grandes cidades do país.

A oferta de comunicação é alta, com a 2ª posição em acesso a serviços de internet e TV por assinatura.

Porto Alegre, Rio grande do Sul

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A capital gaúcha garantiu no ranking a primeira posição no quesito habitação, por ter a maior quantidade de condomínios dedicados a idosos.

É ainda a 6ª melhor cidade em cuidados de saúde, por registrar o maior número de enfermeiras por habitante no estudo.

A cidade tem um dos menores índices de idosos que dependem de parentes.

Niterói, Rio de Janeiro

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A cidade registrou o 2º lugar no quesito cuidados de saúde e o 2º em cultura e engajamento.

É ainda a 5ª no quesito finanças e a 8ª em habitação.

O município tem o maior número de médicos por habitante e o maior acesso à internet fixa.

Niterói está ainda entre as localidades em que não são observadas chuvas extremas.

 São José do Rio Preto, São Paulo

são josé do rio preto

A cidade paulista lidera o ranking de educação e trabalho.

Com desempenho destacado devido ao número de horas diárias de aulas ministradas, à baixa distorção idade-série e às taxas reduzidas de desocupação.

O local ainda registra bom número de enfermeiras por habitante e a 9ª menor taxa de homicídios do país.

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Ribeirão Preto, São Paulo

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A cidade paulista lidera o número de instituições de longa permanência para idosos e abriga uma das maiores quantidades de cinema, em proporção à população.

Não há registro de chuvas consideradas extremas. Mas a distribuição de renda e a expectativa de vida ao nascer precisam melhorar, segundo o estudo.

Jundiaí, São Paulo

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Trata-se da 2ª melhor cidade no quesito educação e trabalho, especialmente pela menor taxa de distorção idade-série entre metrópoles.

A cidade registra o 20º lugar em cultura e engajamento, pelo bom desempenho em conectividade (acesso à internet e TV por assinatura).

Não se verifica, porém, elevado percentual de idosos por lá.

Americana, São Paulo

americana

A cidade paulista fica em 3º no indicador “educação e trabalho” e oferece boa infraestrutura em hotelaria, gastronomia e logística.

É considerada uma das dez localidades menos violentas do país e tem a expectativa de vida entre as dez melhores.

Americana, no entanto, registra baixo número de clínicas, residências geriátricas e leitos do SUS.

Vitória, ES

Vitória

A capital capixaba registra a 1ª posição em Cuidados de Saúde.

Com o maior número de locais com atendimento ambulatorial, o maior número de equipamentos para diagnóstico e uma das maiores taxas de médicos per capita.

A renda média dos idosos, a quantidade de agências bancárias e a reduzida população de baixa renda garante o 2º em Finanças.

Campinas, São Paulo

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A disponibilidade de cinemas e o acesso a serviços de internet e TV por assinatura colocam a cidade paulista em 7º em Cultura e Engajamento.

Deixa a desejar, no entanto, em Cuidados de Saúde: é apenas a 71ª. Em Finanças, é a 11ª, com pouca população de baixa renda.

Entre as maiores do país, é a 3ª com mais casos de alcoolismo.

O Avôvó entende que nem sempre é possível viver em uma das 10 cidades listadas acima.

Mas seguir nossos conselhos de alimentação e bem-estar já ajuda muito.

Muitas vezes somos nós que temos o poder de escolher quantos anos vamos viver.

Basta viver com responsabilidade e amor próprio.

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